Contos da infância galáctica

Todos nós sabemos a idadedo Universo: 14 bilhões de anos(Desde o Big Bang).
O Universo possui centenas de bilhões de galáxias, cada uma com milhões ou até centenas de bilhões de estrelas.Como por exemplo, a Via Láctea.
A Terra é uma ilha de atividade biológica em meio à desolação total que nos cerca por muitos anos-luz.
Mas o Sol não é a única estrela.

Agoro pergunto a todos:

Mas e nas galáxias? O que as sustenta?

Ai vem a resposta:
Em cada uma delas existe também uma estrutura, uma teia invisível de matéria que dá suporte às estrelas e ao gás que produz sua luz.
Só que essa teia invisível não é feita da mesma matéria que as estrelas e as nuvens de gás. Essa "matéria escura" não tem nada a ver com a matéria comum que conhecemos.
A matéria escura cria poços gravitacionais para onde flui a matéria normal, que forma as estrelas. Esse movimento causa ondas de choque violentas. Quanto mais matéria escura, mais violenta a onda de choque. Nos casos mais dramáticos, o choque pode interromper a formação de estrelas. Galáxias elípticas são as que têm a formação de estrelas interrompida mais cedo. Mesmo que ainda existam muitos pontos obscuros, a infância das galáxias começa a ser desvendada.

Lucas Nozoe Nº14

Explosão Solar

Gente esses dias vi uma manchete no site do terra de explosão solar, fui procurar só que não achei a desse ano e sim de 2006...http://colunas.g1.com.br/observatoriog1/2006/10/11/explosao-solar/ .
Essas explosões solares vem ficando cada vez mais frequente e até 2012 essas explosões vão aumentar.
Essa explosão solar é matéria ejetada do Sol, e o satélite Soho, "vigia" o sol por 24 horas, serve para antecipar essa ejeções para não danificar os satélites mais frageis.
Mas uma coisa que eu não consigo entender mesmo lendo varias vezes é: Se sem essas explosões o Sol pode causar doenças de peles, porque com essa ejeção de matéria não acontece nada com nós Humanos???
se alguém souber me responder.
Lucas Gabriel de Almeida Bispo, n° 13

Realidade Surreal

São Paulo, 3 de Maio de 2008
Jornal Folha de S. Paulo

Sim, os átomos são divisíveis e não indivisíveis, porque eles são compostos de matéria com uma certacarga elétrica e não era como os físicos pensavam antes do século XX.
No ano de 1987, J. J Thomson descobriu o elétron. Já em 1911, Ernest Ruther quis descrever a estrutura dos átomos, mas percebeu que a Física clássica dizia que os átomos não existiam. Somente 15 anos depois seria diferente, afinal, a Física Quântica tinha sido criada para acomodar as propriedades chamadas "bizarras" dos átomos e de suas partículas.
Em 1926, Werner propôs a nova física, cheia de incertezas. Ou seja, seriam apenas teorias para achar o resultado final e não daria para saber exatamente o local da partícula.
Mais tarde, em 1935, Einstein, Boris Podolsky e Nathan Rose (EPR) criticam, por meio de um artigo, a nova física (Física Quântica), pois eram da opinião de que os físicos não podiam ter incertezas.

Luana Selicani Cruz, nº 12

A Lua está sempre no céu?

Einstein criticava a posição da física quântica(aquela que estuda as propriedade dos átomos e das partículas subatômicas), mas ele só estava sendo sarcástico tentando expor que a realidade é determinada pela interação entre o observador e o observado.
Wheeler, que morreu aos 96 anos, foi um dos grandes nomes da física do século 20. Freeman Dyson encontrou o melhor modo de definir Wheeler: uma mistura de artesão, matemático habilidoso e poeta.
Ele foi um daqueles raros cientistas visionários, transformou o estudo da teoria da relatividade geral de Einstein em algo acietável no currículo de física, começou a ensinar relatividade geral em Princeton.
Outra caractéristica dele era sua habilidade de combinar idéias de áreas diferentes, criando algo novo. Wheeler trabalhou no Projeto Manhattan, que desenvolveu a bomba atômica entre 1942 e 1945, e mais tarde no desenvolvimento da poderosa bomba de hidrogênio.
Sua maior contribuição foi inventar o nome "buraco negro" dado para designar o estado final do processo de colapsogravitacional sofrido por estrelas com massas bem maiores do que a do Sol. O nome foi inspirado por uma pergunta: Quando a estrela chega no final de sua vida, implode sobre si mesma com tremenda violência, o resultado é um buraco negro no espaço, de onde nada (ou quase nada) sai. Daí o nome.