Substâncias usadas em pintura prejudicam fertilidade masculina

Publicado na Folha de São Paulo Online no dia 24/05/08


Uma substância química utilizada normalmente na produção de pinturas com base de água prejudica a fertilidade masculina, segundo um estudo das universidades inglesas de Manchester e Sheffield.

Os pintores ou decoradores que trabalham regularmente com solventes à base de éteres de glicol têm 2,5 vezes mais probabilidades de ter um número baixo de espermatozóides do que os homens que têm outras profissões, segundo o estudo, publicado na revista "Occupational Environmental Medicine".

Os cientistas estudaram os locais de trabalho de 2.118 homens inscritos em 14 clínicas de fertilidade. Eles chegaram à conclusão de que o trabalho diário com esses solventes reduz a contagem de espermatozóides.

"Os éteres de glicol continuam representado um perigo no local de trabalho, por isso convém tomar medidas para seu controle", afirmaram os autores do estudo.

Robôs Tropicais

Artigo de Marcelo Gleiser. Publicado na Folha de São Paulo, Caderno Mais! no dia 09 de Março de 2008.

O estádio estava lotado. Quase 2.000 jovens, com idade de 14 a 19 anos, lotavam arquibancadas e o campo.
Eram 50 grupos cercando giringonças metálicas, fios, rodas e ferramentas espalhadas por toda parte. O sensacional é que o objetivo era incentivar o trabalho em equipe, a criatividade, influencias jovens, especialmente moças e minoritários, a participarem de um evento tecnológico, a se interessarem por ci~encias computação e engenharia. O evento ocorreu no estado de New Hampshire. Cada grupo tem um ou mais mentores, engenheiros, professores, voluntários que ensinam os jovens a construir um robô a pasrtir de um kit comum.A dedicação era completa. O evento é realizado todos os anos pela a organização First, em portugues:"Para inspiração e reconhecimento de ciências e tecnologia". A idéia é motivar os jovens a etar para as áreas de ciências e tecnologia.
Jovens brasileiros vêm participando desses torneios já há alguns anos. Apenas uma nação com um parque tecnológico autônomo e um espírito inovador sobreviverá num mundo competitivo .

Camila F. Fregonese

Origem Comum

Artigo de Marcelo Gleiser. Publicado na Folha de São Paulo, Caderno Mais! no dia 24 de Fevereiro de 2008.

Lendo os jornais, assistindo aos noticiários na TV, ou simplesmente prestando atenção ao que se passa à nossa volta, não há nada mais óbvio do que as diferenças da sociedade; conflitos políticos, raciais, domésticos, disparidades financeiras, preconceitos arraigados, enfim: um quadro que mostra o quanto somos diferentes uns dos outros e o quanto ainda temos que lutar para que essas diferenças sejam diminuídas. Nessas horas, imagino que ninguém pense muito no que as ciências físicas e biológicas têm a dizer. Muitas pessoas não pensam mesmo nas coisas que a ciência tem a dizer, então, essas pessoas que não se preucupam com isso provavelmente não sabem algumas coisas que a ciência diz, como por exemplo: que a história de tudo que existe nesse planeta começou a 14 bilhões de anos quando nosso universo começou sua expansão e que depois de 10 bilhões de anos do surgimento do nosso universo que começou a se formar o Sol, os planetas, a Terra e a Lua.

Caio S. Tosato

Fim da privacidade mental?

http://www.folha.uol.com.br/+ Marcelo Leite
Fim da privacidade mental?

Perder a privacidade até do que pensamos acho que é um pouco demais. Nosso unico jeito de criar ideias,pensar no que quiser sem ninguém saber de nada. Alguns cientistas dizem que isso seria bom,porque daria para avaliar a falta de atenção das pessoas, na minha opinão acho que não precisariamos ir tão longe assim a ponto de perdemos a nossa "privacidade". Um ponto que seria muito prejudicado seria o convivio social, que seria um inferno. Já penso todos saberem o que você está pensando naquela hora? Saberem as suas opiniões sobre certas coisas? É isso não iria dar em boa coisa. Mas enquanto não sabemos se poderão ou não acabar com a nossa privacidade mental ou não, vamos aproveitá-la!

Camila Bontempi.